Pense antes de buzinar

Pense antes de buzinar

Movimento Conviva

Respeitar as leis e regras de conduta é importantíssimo, mas conviver é ter uma atitude humana perante esses códigos. É praticar paciência, respeito, tolerância, compreensão. Conviver implica reciprocidade: não fazer para os outros o que não gostaria que fizessem para você.

Nem todo mundo sabe, mas os motoristas só podem buzinar um toque breve e em determinadas situações. Qualquer outra forma de utilização que não esta é uma infração de trânsito.

 

De acordo com o artigo 41 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) o uso da buzina só é permitido nas seguintes situações:

I – para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes;
II – fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo.

 

Já no artigo 227 estão as circunstâncias passíveis de multa:

I – em situação que não a de simples toque breve como advertência ao pedestre ou a condutores de outros veículos;
II – prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto;
III – entre as vinte e duas e as seis horas;
IV – em locais e horários proibidos pela sinalização;
V – em desacordo com os padrões e frequências estabelecidas pelo CONTRAN.

 

Como dissemos no começo do post respeitar as leis é fundamental, mas pensando pelo prisma da convivência, a buzina utilizada de forma incorreta não é uma forma desrespeitosa e rude de interagir com as pessoas no espaço público?

Não é à toa que muitas brigas de trânsito têm a buzina como protagonista. Por isso a gente te convida a pensar antes de buzinar. Pense nos efeitos que a buzina mal utilizada gera: irritação, incômodo de moradores, estudantes, doentes, desconcentração, aumento da poluição sonora, indução ao erro, intimidação. Conviver em harmonia é muito melhor, não é? Vamos mudar de atitude? Vamos conviver?

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