Longevidade: conheça o impacto das emoções

Longevidade: conheça o impacto das emoções

Longevidade

 

Para uma vida mais longa, é essencial estar com a saúde física em dia – e a mental também, segundo apontam novos estudos.

As questões mentais foram relacionadas à longevidade quando a bioquímica ganhadora do Nobel, Elizabeth Blackburn, apontou que os telômeros, extremidades dos cromossomos, encolhem conforme o envelhecimento.

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A bioquímica comprovou que o estresse é um dos fatores que reduz os telômeros, provocando até o envelhecimento precoce. Acumular raiva e gordura abdominal também fazem parte do diagnóstico das pessoas com telômeros mais curtos, segundo a cientista. Já quando as pessoas têm vida social ativa e são otimistas, os telômeros tendem a manter seu tamanho.

Um estudo recente, do periódico International Psychogeriatrics, avaliou 29 moradores de aldeias da região de Cilento, na Itália, famosa pela concentração de pessoas com mais de 90 anos de idade. A saúde mental e o senso de comunidade são decisivos na qualidade de vida dos moradores.

Os idosos de Cilento têm algumas características em comum: positividade, forte laço com a família e religião. Eles também amam onde vivem e possuem ética em seu trabalho.

 

A importância de viver com tranquilidade, além de ter uma alimentação saudável, também se nota em locais como a ilha de Okinawa, no Japão, e na Coreia do Sul, onde há forte apoio social e senso de comunidade na terceira idade.

Vale lembrar que a prática de exercícios físicos como a caminhada e o ciclismo também são decisivos para manter o corpo saudável. E se a saúde física já era um fator para a vida longa, agora fica comprovado também que a saúde mental é importantíssima no processo de envelhecimento.

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