Como escolher a bicicleta ideal

Como escolher a bicicleta ideal

Movimento Conviva

Um quadro, duas rodas, guidão e freios são alguns dos componentes comuns entre as bicicletas. Mas de um modelo para outro, tudo pode mudar.

Afinal, uma coisa é buscar uma magrela para te acompanhar em trilhas radicais e outra coisa é querer uma bike para ir até o trabalho. Saber qual o principal uso da bicicleta é o primeiro passo para encontrar o seu par ideal.

“Também deve-se levar em conta se o ciclista deseja algum acessório para uso específico – e, portanto, a bicicleta deve aceitar este acessório. As cadeirinhas de criança ou bagageiros para cargas volumosas, por exemplo”, conta Mario Canna Pires, da loja Ciclo Urbano.

Após definir qual será a função da bike, é necessário considerar a intensidade do pedal – distâncias longas e competições podem exigir bicicletas mais leves e eficientes, enquanto para distâncias curtas a prioridade pode ser o conforto.

Um dos erros mais comumente cometidos, segundo Pires, é a compra de uma “mountain bike, com pneus cravados, para uso na cidade, ou a escolha do tamanho errado”.

Essa informação é importantíssima. O quadro deve ter o tamanho ideal. Se o quadro for grande ou pequeno demais, vai causar dores e até lesões no ciclista. Pires afirma que “as boas marcas oferecem três ou quatro tamanhos diferentes”. Boa notícia, né?

Se puder, informe às lojas que visitar qual é o seu orçamento para que possam te direcionar aos modelos corretos.

Por fim, recomendamos que você faça um “test ride” com a potencial magrela. Dar uma voltinha é indispensável para sentir a bicicleta.

Ficou alguma dúvida? Abaixo fizemos uma lista com os principais tipos de bike para te dar uma forcinha extra:

Mountain Bike – Ideal para terrenos irregulares, como trilhas. Dependendo do modelo, podem ser usada também para o cicloturismo. Tem suspensão resistente para absorver fortes impactos.

Estrada ou Speed – Muito utilizadas para treinos e competições de ciclismo. Como devem ser eficientes tanto na hora do treino quanto na hora de competir, são super leves. São a escolha de muitos ciclistas que percorrem distâncias relativamente longas até o trabalho.

Híbrida – Essa funciona tão bem para o Lazer quanto para pedalar até o trabalho. Não tem pneus tão grossos, mas tampouco muito finos, ideais para as cidades.

Dobrável – Esses modelos são perfeitos se você precisa usar o metrô, o trem ou ônibus em conjunto com a magrela para chegar até o seu destino – esse tipo de deslocamento se chama intermodal. Uma vez dobradas, não se restringem aos horários oficiais de circulação nesses meios de transporte.

Fixa – Essa bike não tem marchas e, além disso, não tem roda livre, o que significa que as rodas giram o tempo inteiro com o pedal. É simples: se você pedala, a bicicleta se movimenta – se você parar, a magrela também para. O modelo leve se popularizou em pistas de ciclismo e, nas cidades, graças aos bike messengers (entregadores de bicicleta) de Nova York, que integraram esse modelo à cidade.

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