Ciclovias e a humanização das cidades

Ciclovias e a humanização das cidades

Movimento Conviva

Em São Paulo, esteja o paulistano a pé, de bicicleta, dentro de um ônibus ou um carro, tornou-se comum flagrar as ciclovias sendo ocupadas muito além das bikes e ciclistas.

Cidadãos com locomoção reduzida, idosos, corredores e catadores que limpam a nossa cidade. Todos têm algo em comum: compartilham a malha cicloviária com os ciclistas.

Na condição de estrutura voltada ao deslocamento individual, não motorizado, as ciclovias ampliam com naturalidade a possibilidade de ocupação desses espaços.

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“Os nova-iorquinos são carentes de espaço. Um dia, colocamos alguns cones bloqueando uma rua e, cinco minutos depois, já haviam pessoas ocupando o espaço”, aponta Secretária de Transportes de Nova York, Janette Sadik-Khan.

Assim como os habitantes da maior metrópole norte-americana, os paulistanos também são carentes de espaços públicos para convivência.

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A cidade de São Paulo, nos últimos anos, tem ganhado espaços que são avidamente ocupados – além dos parklets e parques revitalizados, áreas como o Largo São Francisco focam na convivência em espaços públicos e ruas como a Santa Ifigênia priorizam acesso aos pedestres.

Com mais de 100 km de novas ciclovias implementadas na gestão de Fernando Haddad, os “tapetes vermelhos” são a forma mais óbvia de presenciarmos, no cotidiano, essas ocupações. Servem também, claro, para nos inspirarmos e recuperarmos nossas cidades e paisagens para, assim, conviver com mais segurança.

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