América Latina: ônibus e táxis elétricos para reduzir a poluição

América Latina: ônibus e táxis elétricos para reduzir a poluição

Movimento Conviva

A América Latina poderia deixar de emitir 300 milhões de toneladas de dióxido de carbono até 2030 caso substituísse sua atual frota de ônibus e táxis por veículos elétricos.

A informação, da ONU Meio Ambiente, aponta que 22 cidades de 12 países da região ainda economizariam cerca de 64 bilhões de dólares (cerca de 205 bilhões de reais) em combustíveis no caso da modernização de suas frotas.

A ONU Meio Ambiente divulgou os dados de sua pesquisa para mostrar os benefícios de transformar o transporte público 100% em veículos elétricos, especialmente se o desenvolvimento seguir como o previsto, em que a frota deve triplicar nos próximos 25 anos.

Além disso, um relatório da Agência Internacional de Energia Renovável afirma que o setor de transporte aumentou suas emissões em mais de 30% nos últimos 17 anos.

A preocupação com a redução de gases nocivos não é novidade. A Europa foi uma das primeiras a anunciar sua emissão de carbono, principalmente em áreas centrais. Com isso em mente, Paris, na França, já proibiu a circulação de automóveis durante um fim de semana inteiro, enquanto Londres, na Inglaterra baniu a circulação de ônibus movidos a diesel.

No Brasil, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), proibiu a circulação de caminhões que poluem demais, principalmente os de frotas mais antigas. A cidade de Santos, no litoral de São Paulo, acaba de levar às ruas seu primeiro ônibus 100% elétrico. A paulista Campinas, enquanto isso, será a primeira cidade brasileira a alugar automóveis elétricos. E não para por aí: Minas Gerais e Portugal selaram recentemente um acordo a favor de um projeto com veículos elétricos compartilhados.

É o mundo inteiro a favor da convivência e, principalmente, da vida: menos poluição significa mais saúde para todos.

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